Destino, destino... Quando páras tu de me pregar rasteiras e me mostras de uma vez por todas o meu caminho?
Não te culpo nem me culpo a mim.
Fomos, vivemos, sorrimos, partilhámos, sonhámos, fizemos amor à luz da lua, sofremos com despedidas e suspirámos de encanto na maior parte das vezes. E fim da história. Foste uma boa passagem na minha vida e aprendi tanto contigo... Gostava de poder dizer-te, mais uma vez, o quanto especial foste, o quanto especial és. Gostava de poder sentir-te, mais e mais e mais e mais. Soube-me a tão pouco e sinto-me tão nada... Mas eu sou uma guerreira e mais uma vez o tempo vai curar-me.
Fico-me hoje por aqui. Hoje e não sempre porque o sempre tanto vem como vai.
Estou emocionalmente gasta e já me ardem os olhos que teimam em não secar.
Odeio ter que dizer-te adeus. Odeio amar-te.
Adeus meu amor.
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