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A verdade...





…. é que nunca te pedi nada. Perdeste tempo a contar o tempo que dispendias comigo nas minhas coisas que sempre odiaste. A conclusão que tiro é que decidiste construir uma maneira manhosa e infalível de me atingires na cara com todas as palavras soltas em bocados de papel rasgados para te sentires superior, ou seja o que for, a mim. Cuspias cada palavra com orgulho, como se eu alguma vez te tivesse pedido mais que completares o meu coração, com amor e felicidade.
Nunca te pedi para, em troca do meu amor por ti, me comprares com coisas que desprezavas (no entanto, aplaudo à tua boa vontade teatral), quando o que eu só queria era fazer uma coisa que eu gostava, contigo. E tu, escrevendo cada momento destes na tua cabeça, planeavas já uma batalha.
Um conselho: não percas tanto tempo com estas coisas… fazem-te mal à saúde .

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